Ai amor, que tanto dura!

Que fartura,
as pétalas pomposas das rosas,
sorvendo a atenção da gente,
contendo todo amor.
No esplendor das dobras,
fulgurados tons e fissuras.
Ai, brandura de amor.
Ai amor, que tanto dura

Que doçura,
o fausto perfume das rosas,
soprando palavras de afeto
no ouvido e no coração da gente.
Revolvendo o puro alento,
dos meigos toques de alvura.
Ai, candura de amor.
Ai amor, que tanto dura.

Que loucura,
o orvalho fino sobre as rosas,
tirando a seriedade da gente,
molhando os olhos de amor.
No sobejo de suas belezas,
cheias de prazer e frescura.
Ai, brochura de amor.
Ai amor, que tanto dura.

Que fofura,
a maciez eterna das rosas,
acariciando a alma da gente,
acolhendo o imenso amor.
Na meiguice das palavras certas,
que não conhecem agruras.
Ai, desmesura de amor.
Ai amor, que tanto dura.

Ronaldo Sérgio

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